sábado, 13 de dezembro de 2008

Jogo-da-Velha

Havia espaço para nós.
Eram nove deles.
Bem família, formei um modesto
Círculo no canto, como um chão.
Insegura, ela acrescentou um “x” à questão.
Eu privilegiei o círculo, pondo-o acima
Da questão insólita.
Mas do lado oposto
Ela me veio com outra incógnita.
A aprisionei com uma esfera, no canto
Quando este se via livre.
E, talvez por desespero,
pôs ela mais um “x” no meio.
A base era toda minha, mas acho
Que por amor a ela
Circulei em outros cantos
E deixei que desse ‘velha’.

7 comentários:

Henrique disse...

vc é bom, imaginei um jogo de velhas, e no final vc me deu o doce. que bom, gozei, esperei tanto e consegui, vc é bom manipulador, tenho medo de ti! hauahauah se é assim nas palavras deve ser no ao vivo também! Gostei, misturou várias energias, isso é bom, é miltilinguístico. VC É POS-MODERNO, apesar de são saber oque signigica mas é, e é bom! st
rs
rsrs
r
sr

Beatrice Jasmin Noire disse...

Pode linkar. E te linko também, sem pedir (que é minha especialidade...)

Gostei da velha. Do macarrão. Do pó. Da jaqueira. Do henrique-se.

Você pega coisas simples e as torna inusitadas. É aí que o universo pára para ler.

Beatrice Jasmin Noire disse...

Aliás.
Que bandeira é esta que você carrega na foto?

Cris de Souza disse...

Gostei da voz...
salve, salve !

(obrigada pela visita, não se demore a voltar)

Cris de Souza disse...

Ah, não só pode como deve relacionar nossos blogs.
Já o fiz.

Marrí disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marrí disse...

Sincera, não sei se é arte, mas expressão do sentir, é o que eu escrevo.

Quero conhecer tua palavra com toda calma. E volto...

Bem vindo a este universo de palavras e quase intenções.